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Juíza pede auxílio à Google para investigação do crime no Realengo

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A juíza Alessandra de Araújo Bilac acaba de autorizar a quebra do sigilo eletrônico de Wellington Menezes de Oliveira, responsável por 12 mortes ao entrar e atirar em crianças na Escola Municipal Tasso da Silveira. A notícia foi liberada pela Assessoria de Imprensa do Tribunal do Rio de Janeiro, onde o caso corre em sigilo.

Esta iniciativa pretende descobrir sobre os relacionamentos do atirador, levando em conta fatos que apontam para a sua participação em uma organização religiosa, capaz de cometer atrocidades semelhantes à ocorrida no último dia 11.

Para isso, a juíza pediu à Google do Brasil que realizasse a busca de vestígios virtuais do assassino na internet, tentando assim recolher mais informações sobre Wellington e a respeito das pessoas relacionadas a ele que poderiam ter participado do ocorrido. Além disso, a quebra quer apurar os motivos que levaram o jovem a cometer o crime.

Os resultados das buscas devem ser enviados diretamente à Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática em duas horas, contadas a partir do momento que a Google receber uma intimação para tal. A agilidade na entrega da informação acontece por causa da urgência e gravidade dos fatos, e a empresa pode ser penalizada por desobediência caso não cumpra a ação.

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